Archive for the ‘Eventos’ Category

Angela Davis na Bahia

julho 21, 2008

Clique na imagem para ampliá-la.

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IV SEMCINE

maio 19, 2008

Prosseguem as inscrições para o IV Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual da Bahia (Semcine), previsto para julho – entre 21 e 26 – em Salvador. O evento, com apoio da UFBA, destaca-se na promoção de intercâmbio cultural, discussões e reflexões sobre a criação, produção, circulação e consumo do audiovisual. Nas edições anteriores, nomes como dos cineastas Constantin Costa-Gavras (Grécia) e Miguel Littin (Chile), além de pesquisadores como Robert Stam (New York University) e Michel Marie (Sorbonne), integraram as atividades do evento. Nessa quarta edição estão confirmadas mesas-redondas, workshops, encontros de produtores e distribuidores, além de mostras de filmes e vídeos. A grande novidade é a parceria com o Festival des 3 Continents de Nantes, que vai trazer a Salvador o “Produire au Sud”, um workshop que irá desenvolver seis projetos brasileiros de longa-metragem para o mercado internacional.

O valor da inscrição para os seis dias do seminário é de R$40,00 (inteira), para profissionais, e R$20,00 (meia), para estudantes. Com esta única taxa o público garante acesso a todas as sessões de filmes, palestras e debates, incluindo o certificado de participação no evento. As inscrições podem ser realizadas através de formulário no site do Semcine, no endereço http://www.seminariodecinema.com.br. O passo seguinte é efetivar o pagamento e, em seguida, confirmar a participação, o que pode ser feito na coordenação do seminário, na Reitoria da UFBA, através do fax (71) 3283-7017, ou ainda pelo e-mail inscricoes@seminariodecinema.com.br, com o comprovante do pagamento em anexo.

Fonte.

GEPOM – Sessão de abertura

maio 13, 2008

Um grupo de estudantes curiosos – inicialmente restritos ao curso de Ciências Sociais – sentiu a necessidade de discutir e estudar mais profundamente o tema “pós-modernidade”. Tal conceito, enquanto termo por si só, tem levantado diversas polêmicas e até mesmo rechaçamento por parte da Universidade brasileira. Por vezes visto como “mera negação”, outras como “reacionarismo neoliberal contra a luta de classes”, a condição pós-moderna está na pauta do dia nas ciências sociais e humanas ao redor do mundo, o que fica provado devido ao grande número de publicações nesse sentido de diversos autores consagrados (de Frederic Jameson, François Lyotard, Jean Baudrillard, Gianni Vattimo à David Harvey, Zygmunt Bauman, Boaventura de Sousa Santos, Anthony Giddens dentre tantos outros). Assim, fica evidente a necessidade de irmos além dos currículos acadêmicos e buscarmos entender autonomamente – e sem ideologias a priori – tema tão crucial.

Com este intuito, foi criado o Grupo de Estudos sobre a Pós-Modernidade (GEPOM), congregando, já neste momento, interessados de outras áreas do conhecimento, para além das Ciências Sociais. Trata-se de um grupo que objetiva trazer tal tema à tona a partir de encontros periódicos para apresentação de textos e discussão coletiva. Serão discutidos a seleção de textos, o cronograma e a periodicidade dos encontros, etc. Poderá ser criado um blog para melhor divulgar o grupo.

Para a primeira sessão pública do GEPOM, serão discutidos dois textos: “Introdução” de Era dos Extremos de Eric Hobsbawn e três capítulos da Condição Pós-Moderna de David Harvey. Os apresentadores dos textos serão Dimitri Martins e Felippe Ramos, respectivamente. A pasta do GEPOM com os textos está na xerox da Escola de Administração da UFBA, no térreo, logo depois da cantina. A sessão ocorrerá no dia 15/05, às 16h, na EAUFBA, em sala a combinar no local (encontro no hall do 3º andar).

Interessados favor enviar e-mail com antecedência para felippejoplin@gmail.com

Maio de 68 – Evento imperdível!

abril 20, 2008

O Labmundo (Laboratório de Análise Política Mundial) – grupo de pesquisa da UFBA na área de Relações Internacionais, coordenado pelo prof. Dr. Carlos R. S. Milani e pela profª. Drª. Ruthy Nadia Laniado – promove entre os dias 06 e 14 de maio uma discussão historiograficamente diferenciada e multidisciplinar acerca do contexto de contestação da década de 60. Multidisciplinar porque acredita que fenômenos desta importância política devem ser entendidos em sua complexidade, adotando perspectivas que colocam em diálogo a ciência política e a história, a sociologia, a economia etc. Historiograficamente diferenciada porque, na perspectiva historiográfica de Eric Hobsbawn, abandona o senso comum acerca do significado de Maio de 68 a fim de problematizá-lo e ressignificá-lo. Assim, o presente evento entende o Maio de 68 não apenas como os acontecimentos parisienses – que, definitivamente, entraram para a história de conhecimento geral –, mas expande-o para os acontecimentos em diversas partes do mundo que abalaram o status quo político, social e cultural, não apenas da estrutura e ordem capitalistas, mas também do que, à época, se considerava o modelo de contestação, ou seja, as experiências do socialismo real e o ideal revolucionário de tomada do poder por meio da luta armada. Desse modo, o Maio de 68 é a parte mais conhecida e, quiçá, mais emblemática, de um processo histórico muito mais amplo que se iniciou antes de 68 e terminou bem depois. O evento proposto, então, objetiva discutir as diversas faces do processo histórico em tela: a Primavera de Praga, os movimentos pacifistas contra a Guerra do Vietnã, o movimento dos direitos civis dos negros norte-americanos, a queima de sutiãs pelas mulheres, o levante estudantil em Paris, o movimento hippie, a reação contra os estudantes no Zócalo na Cidade do México, bem como os contextos particulares, como no caso do Brasil, marcado pela recrudescência de uma ditadura militar através da edição do AI-5.

Nesse sentido, a questão que ora se levanta é entender a atmosfera social ampla, aquilo que Max Weber chamaria de ethos de uma época. O que distancia e o que aproxima as diferentes expressões de uma época marcada pela turbulência e pela irreverência perante os modelos rígidos da política (capitalista ou socialista)?

Ademais, o evento se encontra na confluência de diversas discussões que serão travadas em todo o mundo acerca dos 40 anos do maio de 68 francês. Nossa idéia foi ampliar esse entendimento limitado e eurocêntrico de duas formas: a) adotando a nomenclatura “maio de 68”, mas ampliando o escopo de análise para acontecimentos históricos ocorridos em outras partes do mundo e, b) incluindo as reações do establishment ao contexto, como no já citado caso da edição do AI-5 no Brasil.

Por fim, ligando-se aos estudos da política internacional, o evento transcende a década de 60 e busca compreender seus desdobramentos até os dias atuais a partir de alguns questionamentos centrais. Quais são os efeitos do declínio do imaginário utópico socialista para a ordem política e que implicações esse fenômeno traz para o mundo da vida cotidiana dos atores? Quais os contornos da nova ordem mundial contemporânea? Como se apresenta a contestação após o fim da bipolaridade? E, ainda, quais os possíveis rumos do pensamento crítico em um contexto de hegemonia do pensamento neoliberal?

Cliquem na imagem abaixo para visualizar a programação atualizada e final do evento.

Cliquem também aqui e aqui.

NOTA: A oficina com Pronzato será realizada às 15h. Ceteris paribus, ou seja, tudo o mais permanece constante, como gostam de dizer os economistas.

Boas palestras

abril 18, 2008

O Laboratório de Análise Política Mundial (LABMUNDO) organiza duas palestras com:
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Professor Philippe Copinschi
Instituto de Estudos Políticos de Paris – Sciences Po
Tema: Economia Política Internacional do Petróleo
Data: 28 de abril
Horário: 9 horas
Sala: 14 (Escola de Administração, Vale do Canela, UFBA)
A palestra será em inglês com mediação em português.
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Professora Rosa de la Fuente
Universidad Complutense de Madrid
Tema: Chiapas e reconfiguração do espaço social no México
Data: 30 de abril
Horário: 9 horas
Sala: 14 (Escola de Administração, Vale do Canela, UFBA)
A palestra será em espanhol, mas o debate será mediado em português.
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Aberto ao público, de acordo com a disponibilidade na sala.

Free Tibet

março 28, 2008

Vejam um bom site para ter a versão dos próprios tibetanos acerca dos conflitos no Tibet. É do grupo Students for a free Tibet.

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E já que estamos falando de Direitos Humanos, vejam um evento legal em Salvador.

CineLabmundo

março 25, 2008
Na próxima sexta (28/03), às 15h, o Labmundo – grupo de pesquisa da UFBA na área de Relações Internacionais e do qual sou membro – dará início às atividades do CineLabmundo. Trata-se de uma iniciativa com o intuito de promover o debate acadêmico na área das Relações Internacionais através da apreciação da sétima arte – o cinema. A première do Cine contará com a exibição do filme “Syriana”, seguido de debate acerca da temática “Atores e poderes na política mundial hoje”.

Para maiores informações, visitem o blog do Cine.

Extra: grande evento em Salvador!!!

março 18, 2008
Um grande evento em Salvador!!! Isso mesmo, é inacreditável, mas real. Nomes como Michel Onfray, Philip Glass, Win Wenders, David Byrne (Talking Heads), Ayaan Ali etc. Vejam aqui.
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Mas a felicidade termina por aqui. Para ter acesso às conferências, é preciso desembolsar o preço promocional de apenas R$ 250,00 – depois de certa data irá aumentar! Obviamente, “A Braskem tem orgulho de ser uma empresa socialmente responsável” (sic!).
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A UFBA consta como “parceiro acadêmico” e será a entidade expedidora do certificado de atividade de extensão. E aí, Reitor Naomar de Almeida, cadê a Universidade Nova que, segundo propagandas, deve combater o elitismo?
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Assim, comemoramos o primeiro passo: a realização de um evento de grande porte em Salvador. O próximo passo é fazer com que isto seja acessível ao grande público – tanto em divulgação como em acesso gratuito. Continuamos honrando a tradição brasileira da transformação paulatina, controlada e sem choques – a modernização conservadora, segundo alguns sociólogos. Seria querer demais ter, de repente, em Salvador, um evento interessante e, ainda por cima, gratuito, ou, ao menos, acessível às condições econômicas da maior parte da população.
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Por enquanto, fica, para mim, aquele som, bem conhecido do brasileiro: “aaaaaaahhh”. Mais uma vez, foi quase.