Justiça demasiado humana

O ser humano é injusto. No entanto, inventou a Justiça.

Krinópolus, filósofo

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2 Respostas to “Justiça demasiado humana”

  1. Dimitri Says:

    O ser humano é de fato, paradoxal. O que mais me surpreende, no entanto, é que este desejo de justiça continue, apesar de tanta barbárie, como na música que fizeram em homenagem a Cazuza. O sol continua a se levantar. Esta ânsia, esta verdadeira exigência (em termos “modernos” se diria reivindicação) de justiça é uma coisa realmente impressionante… e quem somos nós para exigirmos a justiça? Será que nós, pobres mortais e cidadãos comuns, somos justos no nosso cotidianos, no nosso dia-a-dia? Não, e no entanto, a exigência da justiça permanece. Não penso que “criamos” a justiça, a intuímos, deve haver de fato, um justiça da qual talvez sejamos capazes. A injustiça exige a justiça, é uma coisa tremenda! Que é o homem, pergunta a filosofia cristã? A injustiça capaz da justiça, um nada capaz de Deus.

  2. Marina Sestito Says:

    Não nego que seja uma frase de efeito muito interessante, mas acredito que ainda caiba se perguntar mais uma vez, sem recorrer instantaneamente ao óbvio que se apresenta cotidianamente, se… Será? Será que o ser humano é mesmo injusto?

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