Arquivo da categoria ‘Poesias’

Una estrellita en mi corazón

novembro 26, 2012

Cuando yo estaba solo en la noche oscura

Una estrella bajó del cielo y me abrazó

Me preguntó lo que hacía yo en la noche oscura

Yo la llevé al cielo y allá la abracé

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Felippe R.
Caracas, Noviembre 2012

Urgencia

novembro 12, 2012

Ya es la hora de escribir una poesía en español

Aunque me falten las palabras para escribirla

Hay la urgencia de derramar los sentimientos en el papel

Siempre que las lágrimas llenan los ojos y mojan el rostro

..

Aunque me falten las palabras para escribirla

Ya es la hora de escribir una poesía en español

Cada paso en la urbe que me es ajena conlleva los significados del mundo

No es más posible mantener los secretos bajo la manta de la voluntad

..

Hay la urgencia de derramar los sentimientos en el papel

Siempre que las lágrimas llenan los ojos y mojan el rostro

En la calle mantengo mi mirada mezclada con sensaciones de lluvia

En la multitud encuentro amistad, cariño y compañía

..

Siempre que las lágrimas llenan los ojos y mojan el rostro

Ya es la hora de escribir una poesía en español

En la calle, en la multitud, en mi temporario hogar

Aunque me falten las palabras para escribirla

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Felippe R.

Caracas, noviembre 2012

Poeminha noturno

abril 12, 2012

Imagem

Às vezes tudo se vai

E fica o nada

Como companhia

Às vezes tudo vem

E fica o cheio

Como sentimento

Às vezes tudo se vai

E fica o cheio

Como companhia

Às vezes tudo vem

E fica o nada

Como sentimento

Às vezes tudo se nada

E fica o sentimento

Como companhia

Felippe R.

Abril/2012

Meanings

setembro 28, 2011


By Felippe Ramos

Arizona, Feb 2011

I know what “writing with the guts” means

Cold winds bring me all the sorrow of the world

In so doing I become brother of my brothers abroad

.

I know what homeland means

Blizzards freeze my hope and keep my faith awaiting

In so doing I become home for my homeland’s home

.

I know what friendship means

The night keeps me apart of my fellows

In so doing I become slave of the slaves enslaving

.

I also know what “power of will” means

The dawn promises to come back once more

In so doing I become an ordinary mankind’s man

.

And no one ever will know what absolutely freedom means

But I, who suffered by the whip, can stand tall

In so doing I become free even with handcuffs

Voltar

julho 30, 2010

Voltar é sempre um desafio.

A estrada se mostra à frente e para trás, mas a vontade do novo nos impede de regressar.

Caminhamos adiante. Sempre adiante, porque adiante reside a evolução, o progresso, o desenvolvimento.

Atrás, queda muda a nostalgia, o bucolismo, a saudade.

Mas às vezes é preciso regressar.

Sem regredir.

Regressar, então, se torna a busca das raízes.

E só quando descobertas as raízes, torna-se possível andar, sem empecilhos, para a frente.

Sem isso, qualquer progresso, qualquer desenvolvimento, é apenas a ilusão da árvore que, balançada pelo vento, sonhou ter dado a volta ao mundo.

O medo e a morte

janeiro 9, 2009

cruz

O medo

A morte

O medo da morte

O medo do depois da morte

O medo depois da morte

O medo do medo da morte

O medo do medo do depois da morte

O medo do medo depois da morte

O medo da morte

O medo do medo

A morte da morte

O medo

A morte


Consolação

agosto 24, 2008

Tristeza de verdade só se esvai quando a dor chega
Aí a gente passa a sentir dor
E deixa de sentir tristeza…

O NOSSO LIVRO

julho 27, 2008

Já que tenho falado de livros por aqui…

Florbela Espanca

Livro do meu amor, do teu amor,
Livro do nosso amor, do nosso peito…
Abre-lhe as folhas devagar, com jeito,
Como se fossem pétalas de flor.

Olha que eu outro já não sei compor
Mais santamente triste, mais perfeito.
Não esfolhes os lírios com que é feito
Que outros não tenho em meu jardim de dor!

Livro de mais ninguém! Só meu! Só teu!
Num sorriso tu dizes e digo eu:
Versos só nossos mas que lindos sois!

Ah! meu Amor! Mas quanta, quanta gente
Dirá, fechando o livro docemente:
“Versos só nossos, só de nós dois!…”

Paulo Leminsk e Alice sem sobrenome

março 6, 2008
Há tempos atrás visitei um blog muito legal. Estava nos meus favoritos. Com a formatação do pc, acabei perdendo o endereço. O nome da blogueira era Alice, mas não a achei pelo Google. Na parte lateral do blog havia um poema curto de Paulo Leminsk, bem ao seu estilo sarcástico. Alice, no entanto, tratou de dar a sua contribuição. Eu havia salvo a imagem e a redescobri entre meus alfarrábios virtuais. Disponibilizo, então, para vocês, no aguardo de suas ilustres opiniões.
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(Este blog está sendo bem visitado, com média de 40 visitas diárias e picos de 75 100 (updated), mas mantém-se menos interativo do que as eleições na Coréia do Norte… Vocês vêm aqui, olham a porra toda e vão embora sem deixar vestígios. Vou começar a apelar para ver se vocês comentam. E se continuarem sem comentar eu vou fazer greve! É tão bonitinho chegar e ver um blog cheio de comentários…)
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O mundo é grande

janeiro 19, 2008

O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar.

Carlos Drummond de Andrade


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